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Dados do Trabalho


Título

ANÁLISE DO PERFIL DAS VÍTIMAS DE QUEDAS ATENDIDAS NO HOSPITAL GERAL EM CAPITAL DO NORDESTE BRASILEIRO NO PERÍODO DE 2011 – 2015

Fundamentação/Introdução

As quedas vêm ganhando importância, principalmente com o aumentar da expectativa de vida da população. E por ser de causa evitável é de extrema relevância seu estudo.

Objetivos

Analisar o perfil das vítimas de quedas atendidas no Hospital Geral de uma capital do Nordeste brasileiro no período de 2011 a 2015.

Delineamento/Métodos

Trata-se de um estudo quantitativo, observacional, transversal e retrospectivo, por meio de análise dos prontuários dos pacientes internados em hospital de urgência e emergência. As variáveis estudadas foram: hora e local da ocorrência, meio de locomoção até o hospital, idade, sexo, escala de coma de Glasgow, tipo de conduta adotada, região corporal afetada e evolução.

Resultados

Foram avaliados 3751 prontuários, com predominância no sexo masculino com 2280 casos (60,8%). A idade mais acometida entre o sexo feminino foi 60 anos ou mais, 860 casos (22,9%). No sexo masculino houve uma distribuição semelhante entre as faixas etárias, sendo a mais prevalente a entre 29 a 39 anos com 562 casos (15%). Quanto meio de condução, 1888 casos (50,3%) se locomoveram de modo particular, seguido de ambulâncias do interior do estado com 952 (25,4%), o serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) foi responsável por 713 (19%) e o corpo de bombeiro por 198 (5,3%). Tais atendimentos foram mais frequentes das 12h59min às 18h59min com 1390 (37,1%), e de menor frequência entre 00h59min as 06h59min com 217 (5,8%). Evidenciou-se que a maioria dos casos apresentaram lesões únicas, 3553 (94,7%), sendo as regiões corporais mais acometidas os membro inferiores, superiores e cabeça/pescoço, com respectivamente 1665 (44,4%), 860 (22,9%), 734 (19,6%). Enquanto 192 (5,8%) casos apresentaram múltiplas lesões. Em relação à escala de Coma de Glasglow, a maioria dos prontuários não possuía essa informação, sendo 1985 casos (52,9%). Os Traumas cranioencefálicos (TCE’s) leves foram com 1657 casos (44,2%), seguidos por TCE’s graves com 59 casos (1,6%), e TCE’s moderados com 50 casos (1,3%). Os procedimentos cirúrgicos foram realizados em 933 casos (24,9%), enquanto que 2818 (75,1%) tratamento clínico. Quanto a evolução, 2137 casos (57%) obtiveram alta e 1452 (38,7%) foram transferidos. A taxa de letalidade de foi 162 (4,3%).

Conclusões/Considerações finais

O estudo demonstra a importância do agravo para a saúde pública, pois o aumento da expectativa de vida ocasiona maior fragilidade, e maior possibilidade de acontecimento de quedas.

Palavras Chaves

Quedas, Trauma, Urgência e emergência

Área

Clínica Médica

Instituições

Autores

ILMA FERREIRA DE OLIVEIRA, KALLEU LEONARDO ANTAO, ANTONIO CARLOS BARROS LIMA JUNIOR, MARCELO SILVA PINHEIRO, ALAN BLENDO BONFIM CORREIA


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