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Dados do Trabalho


Título

ADESÃO AO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO E NÃO FARMACOLÓGICO DE PACIENTES HIPERTENSOS ATENDIDOS EM CENTRO DE ESPECIALIDADES DE ARACAJU, SERGIPE

Fundamentação/Introdução

Introdução: A Hipertensão Arterial (HA) é uma doença de alta prevalência no Brasil e no mundo, definida como a aferição subsequente por pelo menos duas vezes de valores de PA sistólica > 140mmHg e diastólica > 90mmHg. Por tratar-se de doença crônica, sua presença exige cuidados médicos regulares com uso constante de medicamentos, exames complementares e procedimentos. Uma das grandes dificuldades atuais refere-se à adesão dos pacientes aos tratamentos instituídos, ou seja, o grau de coincidência entre a prescrição médica e o comportamento adotado concretamente pelo paciente.

Objetivos

Objetivos: Este estudo teve como objetivos traçar o perfil clinico e epidemiológico de indivíduos hipertensos, avaliando sua adesão ao tratamento farmacológico e não farmacológico.

Delineamento/Métodos

Delineamento/Métodos: Estudo transversal, descritivo, observacional, quantitativo com 128 indivíduos hipertensos, maiores de 18 anos, de ambos os sexos, atendidos em ambulatório de especialidades médicas. Foi respondido um questionário que abordou dados epidemiológicos, fatores de risco cardiovascular, conhecimento e controle sobre o tratamento da doença, comorbidades e complicações da HAS. Ademais, os participantes foram submetidos à avaliação do índice de massa corporal (IMC) e aferição da PA.

Resultados

Resultados: Entre os entrevistados, 28,12% eram homens e 71,87% mulheres; 50% com idade acima de 66 anos. O IMC estava na faixa normal em 37,5% dos pacientes, 62,5% estavam com sobrepeso ou algum grau de obesidade. Quanto ao tabagismo, 12,5% fumavam. Em relação ao diagnóstico, 43,75% possuiam HAS há menos de 5 anos e 37,5% eram hipertensos há mais de 10 anos. A maioria (65,62%) tinha o hábito de aferir a pressão: 21,97% o faziam todos os dias e 59,37% mediam menos de uma vez por semana. Referente ao uso de medicação, esta não feita em: 37,5%, por esquecimento; 3,1% devido ao custo do medicamento; 3,1% por efeitos colaterais; 3,1% por acreditarem estar curados; 3,1% por apresentar hipotensão; 6,25% por acreditar estar normotenso e 3,1% só utilizam como sintomático. Entre as mudanças comportamentais inseridas no tratamento não farmacológico, a redução do sal e da gordura foram as mais adotadas (62,5% e 59,37%).

Conclusões/Considerações finais

Conclusão: A adesão correta aos tratamentos deve ser estimulada. Neste estudo, a maioria fazia uso regular das medicações mas parcela importante relatou o esquecimento como principal motivo para a falta de adesão e medidas simples não farmacológicas ainda tinham pouca representatividade.

Palavras Chaves

Palavras Chaves: Hipertensão, Estilo de Vida, Tratamento Farmacológico.

Área

Clínica Médica

Instituições

Universidade Tiradentes - Sergipe - Brasil

Autores

Louise Nader Santos Silva , Denison Santos Silva, Bárbara Allana Ferreira Cabral, Mariana Oliveira Barreto, Mateus Nogueira Moura


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