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Dados do Trabalho


Título

Comparação do perfil epidemiológico das hepatites B e C no município de Macaé, Rio de Janeiro, Brasil.

Fundamentação/Introdução

As hepatites virais constituem um importante grupo de doenças infecciosas, provocadas por diferentes agentes etiológicos hepatotrópicos, que apresentam características epidemiológicas, clínicas, laboratoriais e vias de transmissão distintas. Essas infecções estão associadas principalmente aos vírus A (HAV), B (HBV), C (HCV), D (HDV) e E (HEV). Segundo dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), o HBV e o HCV são as principais causas de carcinoma hepatocelular e de indicação de transplante hepático no mundo. No entanto, apesar das notáveis conquistas relacionadas à prevenção e ao manejo dessas infecções, o controle dessas doenças constitui um sério problema de saúde pública no país. Nesse âmbito, o Ministério da Saúde em 2002, implantou o Programa Nacional de Hepatites Virais. Além disso, essas enfermidades foram incluídas na lista nacional de doenças de notificação compulsória.

Objetivos

Identificar os casos de Hepatites B e C ocorridos no município de Macaé, Rio de Janeiro (RJ), Brasil, no ano de 2016.

Delineamento/Métodos

Estudo descritivo, transversal, quantitativo, desenvolvido pelo observatório de politicas e cuidados em saúde de Macaé (RJ) e, realizado a partir dos dados fornecidos pela vigilância epidemiológica municipal, por meio de informações contidas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

Resultados

Durante o período analisado foram notificados 167 casos de Hepatites virais na localidade. Desses, aproximadamente, 140 casos são referentes as Hepatites B e C. No que diz respeito a infecção causada pelo HBV, a maior incidência foi observada na faixa etária de 30 a 39 anos (35,7%) e, em relação a razão por sexo, a doença foi notificada em 1,8 homem para cada caso em mulher. Ademais, o principal mecanismo de infecção foi pela via sexual. Em relação a Hepatite C, a doença está presente, principalmente, na faixa etária de 50 a 59 anos (38,75%). A enfermidade foi encontrada em proporções semelhantes em ambos os sexos. Além disso, o principal mecanismo de transmissão foi por meio de transfusão sanguínea, seguido pelo uso de drogas.

Conclusões/Considerações finais

O conhecimento dos fatores de risco para a aquisição das hepatites virais, em conjunto com a elaboração de estratégias de controle dessas enfermidades, é necessário para subsidiar os gestores para o planejamento, alocação de recursos e ações preventivas voltadas para o enfrentamento desses agravos.

Palavras Chaves

Hepatite Viral Humana, Epidemiologia, Transmissão

Área

Clínica Médica

Instituições

UFRJ - Rio de Janeiro - Brasil

Autores

BARBARA SOARES DE OLIVEIRA SOUZA, RAQUEL MIGUEL RODRIGUES, RAQUEL MACIEL DE LIMA GOMES

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