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Dados do Trabalho


Título

Estatinas na prevenção de Síndromes Coronarianas Agudas

Fundamentação/Introdução

A maioria das Síndromes Coronarianas Agudas (SCA) é desencadeada pela ruptura de uma placa aterosclerótica coronariana vulnerável. Essas placas são constituídas por uma fina camada fibrosa, resultante da diminuição da síntese e do aumento da degradação do colágeno, mediada pelas células inflamatórias que se acumulam principalmente na região de interseção da borda da placa com o tecido sadio subjacente. Quando esta fina camada fibrosa se rompe, ocorre a exposição da camada lipídica subendotelial, que contém diversos fatores teciduais trombogênicos. A formação do trombo pode ocluir total ou parcialmente a luz do vaso, impedindo o fluxo de sangue e desencadeando a SCA. A utilização das estatinas pode ser uma estratégia na prevenção das SCA.

Objetivos

Os objetivos do presente estudo são: identificar na literatura nacional e internacional artigos que demonstrem o uso das estatinas na prevenção das Síndromes Coronarianas Agudas e comparar as estatinas para verificação do melhor desfecho terapêutico na utilização dessas nas SCA.

Delineamento/Métodos

Trata-se de um estudo de revisão sistemática da literatura em que foi utilizado as bases de dados da Medline, Bireme, Scielo, LILACS e PUBMED cujos descritores foram lipídeos, síndrome coronariana aguda, aterosclerose, placa de ateroma, estatinas. Serão estudados artigos no período de 2002 a 2017 através do cruzamento dos descritores e incluídos os que demonstrem o papel das estatinas na prevenção das SCA e a melhor estatina para essas.

Resultados

Dos 17 artigos estudados foram incluídos 9 estudos. A maioria dos artigos demonstra que a terapia com estatinas altera beneficamente componentes importantes do processo aterotrombótico: inflamação, oxidação, coagulação, parâmetros fibrinolíticos, função endotelial, vasorreatividade e função plaquetária e possível papel como terapia adjunta das síndromes coronarianas agudas. Três artigos mostraram que a administração precoce de estatinas em pacientes com SCA levou à redução significativa do desfecho composto de óbito, Infarto Agudo do Miocárdio e reinternação por novo episódio de SCA. Dois artigos sugerem que a melhor conduta seria com altas doses de rosuvastatina (20 - 40 mg ) ou atorvastatina ( 40 - 80 mg), mas ainda sem cosseno na literatura; e também a redução de LDL -colesterol. Todos artigos defendem que os pacientes devem receber estatinas o mais precocemente para prevenção de SCA.

Conclusões/Considerações finais

Portanto, a literatura sugere que as estatinas podem ser usadas na prevenção de SCA, porém mais estudos devem ser feitos.

Palavras Chaves

síndrome coronariana aguda, aterosclerose, placa de ateroma, estatinas.

Área

Clínica Médica

Instituições

Hospital Israelita Albert Einstein - Sao Paulo - Brasil, SPDM - Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina - Sao Paulo - Brasil

Autores

Gabriel Araujo Castro Santos, Camila Holanda Santana, Antônio Carlos Bacelar Nunes Filho, Paula Vitali Miclos

Promoção

SBCM

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SBCM MG
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