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Dados do Trabalho


Título

Comparação do perfil de hormônios tireoidianos em pacientes sépticos e pacientes com infarto agudo do miocárdio – repercussões na síndrome do T3 baixo

Fundamentação/Introdução

Os hormônios da tireoide são essenciais no crescimento, diferenciação e metabolismo celular. Em pacientes com doença aguda ou crônica, pode ocorrer a síndrome do T3 baixo, caracterizada por níveis séricos reduzidos de T3, T3 reverso elevado, T4 normal ou baixo e níveis inapropriadamente normais de TSH, na ausência de doença tireoideana primária. Sabe-se que as citocinas inflamatórias e o estresse oxidativo estão associados a essas alterações, porém os mecanismos fisiopatológicos ainda não estão elucidados. 

Objetivos

Avaliar a incidência de alterações dos hormônios tireoidianos em pacientes internados por doença aguda distinta, como sepse e infarto agudo do miocárdio (IAM).

Delineamento/Métodos

Estudo de caso-controle onde serão avaliados pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital terciário, com diagnóstico de sepse e choque séptico (casos) e infarto agudo do miocárdio (grupo controle), com até 24 horas de evolução. Serão excluídos pacientes menores de 18 anos, com doença tireoidiana conhecida ou morte iminente nas próximas 24 horas. Será realizada coleta de sangue para aferição das concentrações séricas dos hormônios tireoidianos por imunoensaio eletroquimioluminescente.

Resultados

Estudo em andamento incluídos 67 pacientes com IAM e 19 pacientes com sepse. A idade média em ambos os grupos foi de 58 anos, com predomínio de pacientes do sexo masculino. As concentrações séricas de T3, T4 e T4 livre foram significativamente mais baixas no grupo com sepse quando comparado ao grupo com IAM (p<0,001). Não houve diferença nos valores séricos de TSH (p=0,18).

Conclusões/Considerações finais

Os achados deste estudo demonstram a influência das citocinas inflamatórias na síndrome do T3 baixo, assim como sugerem a associação da intensidade desta síndrome com a gravidade da doença. O papel do T3 como marcador independente de prognóstico nos pacientes deve ser determinado.

Palavras Chaves

Área

Clínica Médica

Instituições

HCPA - Rio Grande do Sul - Brasil

Autores

Paula Jaskulski, Josi Vildart, Simone Wajner, Luiza Axelrud, Ana Laura Kunzler

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