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Dados do Trabalho


Título

Análise do perfil epidemiológico de pacientes com Doença do Refluxo Gastresofágico (DRGE) em um hospital de referência em Maceió – Alagoas

Fundamentação/Introdução

Conceitua-se refluxo gastresofágico como afecção crônica decorrente do fluxo retrogrado de parte do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes a ele, acarretando espectro variável de sintomas e/ou sinais esofágicos e/ou extra-esofágicos, associado ou não a lesões teciduais (MORAES FILHO, 2002). Por se tratar de uma patologia muito prevalente na população e com variados graus de incapacitação, torna-se importante entender melhor o perfil das pessoas acometidas.

Objetivos

Compreender o perfil epidemiológico e a prevalência da população acometida pela Doença do Refluxo Gastresofágico (DRGE), fornecer informações aos usuários do serviço de saúde sobre a enfermidade, avaliar o conhecimento da população estudada sobre a doença, identificar os principais fatores de risco para o desenvolvimento da DRGE e compreender as principais comorbidades da população acometida por essa patologia.

Delineamento/Métodos

Estudo epidemiológico transversal realizado através de coleta de dados no ambulatório de Gastroenterologia e Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital Universitário Professor Alberto Alberto Antunes (HUPAA) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) no período de junho e julho de 2017. Os voluntários foram submetidos a um questionário com dados pessoais, sobre a patologia e dados antropométricos. Os resultados foram analisados através do software Excel para contabilizar os resultados colhidos, realizar as médias aritméticas, faixas de IMC presentes, grau de incapacitação, dentre outros.

Resultados

A amostra foi composta por 58 indivíduos, dos quais 20,7% eram do sexo masculino, com média de idade de 44 anos e 79,3% do sexo feminino com média de idade de 42 anos. Quanto ao tempo de doença 17,2% possui há menos de 1 ano, 48,3% entre 1 e 5 anos e 34,5% tem a patologia há mais de 5 anos. Dentre os entrevistados, 53,4% conhecem alguma medida que melhore e 46,6% não sabem. Quanto a intensidade que a doença atrapalha nas atividades diárias 8,6% (muito pouco), 13,8% (pouco), 22,4% (intermediário), 31% (muito) e 24% (insuportável). Tratando-se do uso de medicamento 70,7% afirmam que utilizam e 29,3% não usam. Dentre os usuários, 60,9% utilizam inibidores da bomba de próton (IBP), 34,1% anti-hipertensivos, 14,6% hipoglicemiantes.

Conclusões/Considerações finais

A grande parte dos pacientes estão com sobrepeso (53,4%). Percebe-se uma grande relação da DRGE com mulheres, acima de 40 anos, obesas e com Síndrome Metabólica (HAS, DM e hipercolesterolemia). Portanto, torna-se imprescindível a abordagem da comunidade sobre o tema.

Palavras Chaves

Doença do refluxo gastresofágico, perfil epidemiológico, comorbidades e patologias gástricas

Área

Clínica Médica

Instituições

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - Alagoas - Brasil

Autores

Tharnier Barbosa Franco Manna, Ângela Maria Moreira Canuto Mendonça, Bárbara Letícia Figueiredo Fonseca, Lucas Mendonça de Almeida, Vanessa Barbosa de Oliveira Araújo


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