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Dados do Trabalho


Título

Estudo do número de internações e óbitos associados a envenenamento de crianças no Tocantins em 2015

Fundamentação/Introdução

FUNDAMENTAÇÃO/INTRODUÇÃO: Envenenamento exógeno ocorre ao contato de uma substância externa com o organismo, desencadeando sinais e sintomas que necessitam de atendimento de urgência e/ou emergência. A população infantil está mais vulnerável aos agentes intoxicantes pela sua condição orgânica vinculada à imaturidade de seus sistemas e incapacidade de identificar o perigo, uma vez que as crianças são instigadas a explorar o ambiente, alcançando objetos e levando-os à boca como reflexo do entendimento de mundo, resultando em casos de intoxicações.

Objetivos

OBJETIVOS: Analisar o número de internações e óbitos vinculados ao envenenamento em crianças de 0 a 9 anos ocorridos no Tocantins, no ano de 2015.

Delineamento/Métodos

DELINEAMENTO/MÉTODOS: Trata-se de um estudo do tipo descritivo, com abordagem quantitativa em que foram utilizadas as ferramentas Sistemas de Informações Hospitalares (SIH) e Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) como bases de dados para verificar as variáveis estudadas.

Resultados

RESULTADOS: Foram internadas no Tocantins, no ano de 2015, por lesões associadas a envenenamentos diversos, 1373 crianças (entre 0 e 9 anos) nos 127 municípios com ocorrências, sendo a capital, Palmas (213), o local com maior número de casos registrados, seguida por Araguaína (153) e Porto Nacional (117). O SIM traz a ocorrência de 1 morte infantil durante o período de estudo, registrada no município de Araguaína, causada por envenenamento acidental por exposição a pesticidas.

Conclusões/Considerações finais

CONCLUSÕES/CONSIDERAÇÕES FINAIS: O elevado número de internações associadas a envenenamento infantil expõe que não é somente a curiosidade que torna a criança predisposta à intoxicação, mas fatores como armazenamento inadequado de produtos, uso de medicação sem orientação médica e má distribuição de produtos de limpeza em uma casa. Apesar de valores de mortalidade baixos, a intoxicação exógena em crianças apresenta consequências que vão desde questões emocionais das crianças e adultos - que passam a conviver com o medo, a angústia e também com o sentimento de culpa por não ter feito nada antes para evitar o ocorrido - até financeiras, envolvendo custos hospitalares e abstenções no trabalho pelos responsáveis. Deve-se alertar a população sobre os perigos da auto-medicação em especial com crianças, a importância de se colocar travas e cadeados em locais que armazenem produtos tóxicos, e, por fim, a descaracterização destes produtos, tornando-os menos atrativos.

Palavras Chaves

intoxicação, criança, emergência

Área

Clínica Médica

Instituições

Universidade Federal do Tocantins - Tocantins - Brasil

Autores

Maria Luiza Silva Brito, Pedro Paulo Fernandes de Melo, Fernando Tranqueira Silva, Karine Brito Cardoso, Pedro Emanuel Gonzalez Cuellar

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